Por essa estrada mundo a fora, eu fui. Cheguei até aquela villa mágica, onde um menino nativo, tímido não disse não nada só esticou o braço e me chamou pra dançar..
Ai, ai! Moreno, mas que dança, hein!? As palavras não saiam da nossa boca, apenas nossa alma e nosso corpo diziam por nós. Dançamos! E aquele garoto nativo dominou meus pensamentos, até que te encontrei e hoje mesmo distante, você faz meus dias melhores, arrancando os sorriso mais bobos e a cada dia mais me encantando com essa doce timidez que embala meus dias, deixando a doce saudade de uma pequena dança.

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