domingo, 27 de setembro de 2015

Galopa, menina!

E lá estava ela, montado em seu cavalo e galope rasando a saudade. Saudade em que você marcou meu peito na espora. Feito burro brabo, se amansou em meu coração. Doce lembrança daquela lua iluminando teu galopar! Galopa, menina. Tu veio de longe, mas roubou meu coração. Moreno bom de dança, seu olhos são feitos crinas brilhando em meu caminhar, lá estava eu. Conversando com as estrelas, e no meio dessa imensadão de saudade ouço a viola declamando a saudade. A sanfona chorou, como pode!? Esse peito procurando teu amor, e por lá você não está. Vem! Vem cantar. Galopa, menina! Vem no peito se aconchegar! Quero no teu peito morar. 
Se lembra!? Teu corpo tão perto do meu, seus olhos vidrados aos meus, nossas bocas tão juntas e agora....eu acordei, era um sonho! 

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