quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

De lá pra cá...

Cai pra lá, cai pra cá! Do norte em vim forrozear e no meu cavalo trouxe a esperança, meu sertão não poderei voltar. Venho triste, mas trago-o em meu coração! 
Pisa, pisa! Balança, dança, viva e jamais perca o ritmo da esperança. No teu sorriso, meus passos são feito plumas, seu doce toque em meu corpo, feitos apenas um rodando no salão... Cai pra lá, moreno! Cai pra cá, moreno! Vem, vamos dançar. 
Deixe seu cavalo, traga em seus passos o seu sertão, regue meu coração e me ilumine meu salão. Você é minha água no sertão, minha sanfona no coração, meu cavalo na solidão, companheiro na razão e meu amor pra emoção. 

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